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Exportações de carne bovina devem ser retomadas em breve

  As exportações de carne bovina do Brasil para a China devem ser retomadas em breve, após terem sido suspensas no sábado (04) devido a dois casos atípicos de encefalopatia espongiforme bovina (EEB), segundo empresas e analista do setor. A Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) emitiu parecer na segunda-feira (06) informando que a análise dos casos de EEB no Brasil estava “resolvida”, o que colabora para a normalização dos embarques. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) anunciou no sábado que havia identificado dois casos atípicos da doença conhecida como “Mal da Vaca Louca” em Mato Grosso e Minas Gerais. A confirmação dos casos resultou na imediata suspensão temporária das exportações de carne bovina do Brasil para a China, seguindo as regras do acordo comercial entre os dois países. As exportações brasileiras de carne bovina somaram 211,85 mil toneladas em agosto, a primeira vez em que o país ultrapassou 200 mil toneladas exportadas em um mês, disse a Assoc
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O vídeo viral que mostra a derrota do Brasil para a Argentina nas exportações de carnes

Créditos do vídeo: Pátria Agronegócios e USDA No dia 10 de julho, os argentinos comemoraram pela mão do time de futebol. Naquele dia, com gol de Ángel Di María e no mítico Estádio do Maracanã, os azuis e brancos venceram a Copa América. Também houve empolgação olímpica, com o primeiro time de vôlei a ganhar a medalha de bronze de seus rivais de longa data em Tóquio. Porém, no ranking dos exportadores de carne bovina, o Brasil segue ganhando, enquanto a Argentina mais uma vez enfrenta um cenário de restrições que a afasta do mercado internacional. Isso ficou claro por um vídeo viral da empresa brasileira Patria Agronegocios, que mostra como o país perdeu peso no cenário mundial (com dados do USDA, dos Estados Unidos). Em momentos como estes, em que o Governo de Alberto Fernández aguarda uma definição sobre se o atual sistema de cotas para exportação de carne bovina, que expira no dia 31 deste mês, continuará ou não, os pecuaristas continuam observando e compartilhando o vídeo onde você

Brasil exportou 30% da carne produzida no primeiro semestre

Das 3,59 milhões de toneladas de carne bovina produzidas em fábricas com algum tipo de fiscalização no Brasil no primeiro semestre, 1,09 milhão foram exportadas, 30,4% do total. Dessa forma, a proporção destinada ao mercado internacional permanece em patamares acima dos 30% alcançados desde o segundo semestre de 2020. Por sua vez, no primeiro semestre, o consumo interno brasileiro de carnes produzidas no país foi de 2,5 milhões de toneladas, 110 mil toneladas a menos (-4,2%) do que no mesmo período de 2020. Para ficar por dentro de todas as informações do mercado Kosher, siga-nos nas redes sociais e acesse www.klmkosher.com Fonte:  http://www.valoragro.com.py/ganaderia/brasil-exporto-30-de-la-carne-producida-en-el-primer-semestre/

Israelenses querem transferir a produção de carne da Polônia

  Assim que o presidente da Polônia assinou um projeto de lei que impede a recuperação de propriedades de judeus que foram confiscadas pelos nazistas (posteriormente retidas pelos governantes comunistas do pós-guerra), israelenses pediram sanções econômicas contra os poloneses. Tal projeto de lei causou tanto desconforto, que Israel chamou seu embaixador na Polônia. Uma das principais áreas de comércio entre os países é a considerável produção de carne Kosher na Polônia, avaliada em cerca de US$ 500 milhões. Apesar da demanda crescente por carne bovina em Israel, o país não cria gado e depende - quase na totalidade - do abate Kosher em outros países, principalmente a América Latina. A Polônia sempre foi um exportador forte de carne para Israel, já que a distância é bem mais curta do que do continente Americano, além de ter mão de obra relativamente barata. Importadores de alimentos israelenses dizem que o lucrativo negócio Kosher continua na Polônia, apesar de recentemente ter sido a

Carne bovina: exportações registram faturamento de US$ 1 bilhão em julho, diz Abiec

As exportações brasileiras de carne bovina registraram crescimento de 16,4% no mês de julho em comparação a junho, de acordo com os dados divulgados pela Secex. Ao todo, foram embarcadas 191.251 toneladas de carne bovina em julho ante 164.332 toneladas em junho. Em receita, o aumento foi de 21,1%, passando de US$ 835,1 milhões para US$ 1 bilhão. Trata-se do melhor resultado mensal do ano. As informações foram divulgadas pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), que compilou dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex/Decex), do Ministério da Economia. Na comparação com julho de 2020, os embarques registraram queda de 1,4% no volume, ante as 194 mil toneladas embarcadas no mesmo período. Já o faturamento cresceu 29,9% em julho deste ano, em comparação aos US$ 778,3 milhões registrados em julho do ano passado, indicando um aumento do preço médio pago pela carne em vários mercados, segundo a Abiec. O preço médio total no período registrou alta de 31,8%.

Argentina autoriza exportações limitadas de carne bovina

  A Argentina decidiu flexibilizar a proibição às exportações de carne bovina, medida implementada no mês passado destinada a controlar a inflação.   O governo fechou um acordo com frigoríficos como JBS e Marfrig Global Foods, permitindo que as empresas exportem até metade dos níveis do ano passado de alguns cortes de carne bovina, disse o ministro da Produção, Matías Kulfas, em conversa com repórteres na terça-feira. A medida é válida até agosto.   “Estamos priorizando a renda dos argentinos”, disse Kulfas. O governo, acrescentou, também aumentou os controles dos preços domésticos e agora revisa os próximos passos para as políticas de longo prazo para a carne bovina.   As restrições à carne bovina são um novo capítulo na difícil relação entre o governo argentino e pecuaristas, cujas exportações trazem dezenas de bilhões em moeda forte.   Desde a posse há 18 meses, o governo já tentou nacionalizar uma exportadora de soja em crise e proibiu as exportações de milho, mas v

O BRASIL PODE PRODUZIR A CARNE QUE O MUNDO QUER?

O Brasil se consolidou como um importante produtor de alimentos para o mundo. Dados do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento demonstram que o valor bruto da produção (VBP) agropecuária em 2021 deve ser 12% superior ao observado em 2020. Nesse cenário, a carne bovina é um item que se apresenta como referência de faturamento e deve crescer cerca de 10% este ano.   A bovinocultura de corte brasileira é uma referência do termo “competitividade” no cenário internacional. No início dos anos 2000, o Brasil exportou cerca de 188 mil toneladas de carne bovina in natura , já em 2019 rompemos a marca de 1,5 milhão de toneladas. A desvantagem do Brasil em relação aos seus concorrentes no mercado internacional é a heterogeneidade do nosso produto, o que nos coloca como concorrente da Índia na disputa por mercados de carne commodity, como a China e os países do Oriente Médio. Os Estados Unidos e a Austrália, por exemplo, conseguem acessar de forma muito mais eficiente os mercados m